domingo, 22 de novembro de 2009

"Espetáculo" nos semáforos da cidade.


Por Hesíodo Góes
Foto: Hesíodo Góes

Há algum tempo o espetáculo de como ganhar o pão vem tomando as ruas do Recife. Mas, tenho plena certeza que o Brasil já está tomado por esses “eventos” humilhantes. Digo humilhante usando todas as emoções que essa palavra pode proporcionar, pois já vi crianças que ainda não vislumbravam os sete anos de idade, um pouco menos de rua talvez, fazendo marabalismo com gosto de querosene em meio à fumaça automotiva. O “show” segue um roteiro e organização invejáveis a qualquer diretor teatral. Faltando pouco menos de um minuto para abrir o semáforo, eles param a “apresentação”, agradecem ao “público” e seguem com as mãozinhas novinhas, porém calejadas, a pedir trocados ou o que tiver em alcance de seus olhos e que encha sua barriga:

-Tio, me dá um trocado?
-Não tenho
- E aquele biscoito ali aberto?
-É seu

Quando as cortinas se fecham (semáforo mostra o verde), procuro ao meu redor e vejo uma pessoa responsável por eles. Uma mulher grávida, aparentemente com os seus 25 anos, mas com cara de bodas de ouro. Num braço uma criança recém nascida, no outro a mão aberta para receber o seu “justo” salário de “empresária” aliciadora.

Esse cotidiano, quando fotografado, gera uma imagem fascinante e premiada de elogios. Mas nem todos imaginam o que sentem os fotógrafos nos milésimos de segundos indispensáveis para a documentação do fato. É deprimente.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Prefeitos imploram por convites para assistir "Lula, o Filho do Brasil" em sessão exclusiva.

Por Hesíodo Góes
com informações do blog do Jamildo


Sessão para convidados do filme sobre Lula no Teatro Guararapes na noite de ontem, foi muito requisitada por prefeitos do interior do estado e Região Metropolitana do Recife

Alfredo Albertini, produtor do evento, afirmou que alguns prefeitos do interior ligaram atrás de convites. “Infelizmente, os convites ficaram restritos aos prefeitos da Região Metropolitana do Recife, Garanhuns, Caetés e Caruaru. Não posso mandar para todos os prefeitos. Se eu colocar, por exemplo, toda a máquina do estado, vezes dois, lotaria o teatro só com esse público”, disse.

Porém, o deputado estadual Sebastião Rufino, que acabou de sair do Democratas e ingressou no PSB, esperava na fila para ver a história de Lula. “A história dele é muito bonita. Vem de família pobre, sofre. Eu também sei o que é sofrer”, filosofou.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Inclusão digital

Por Rayanne Darc
Foto: Hesíodo Góes



O novo frenesi do momento são os produtos high tech. Palms, notbooks, PCs super potentes, blue-rays, entre outros. Esses produtos são desenvolvidos em prol da globalização da informação e estão por toda parte, mostrando como a tecnologia evolui, se digitaliza e principalmente, interliga tudo e todos. Por um momento podemos pensar que o mundo visualizado em filmes de ficção, como Matrix, pode se tornar uma realidade em muito pouco tempo.

Imaginação à parte, a Era da Informação está a nossa frente. E é por causa dela que muito se fala hoje em “Inclusão Digital”. Infelizmente muitas pessoas ainda não estão inseridas nessa realidade. Estar incluído digitalmente é ter acesso a esses equipamentos ou a alguns deles, de forma que a rede informacional do mundo, a internet, traga melhorias de vida. Logo, Inclusão Digital é inclusão da tecnologia e da rede de informação na vida da população. Um pouco além de um computador com internet, mas não deixando de ser isso também.

Surgem então as dúvidas. Como os brasileiros estão se comportando diante dessa era? Está havendo a almejada Inclusão Digital no Brasil? E fechando mais o círculo, ela está acontecendo em Pernambuco? O barateamento do provimento digital (computadores e acessórios) está viabilizando a inclusão ou a exclusão digital para nossa população brasileira?

Tribos

Por Rayanne Darc
Foto: Hesíodo Góes


Uma das definições do dicionário Michaelis para “Tribo” é “Cada um dos grupos de animais ou plantas em que muitas famílias se dividem, as quais se subdividem por seu turno em gêneros”. É dessa forma que se pode chegar a uma definição do conceito tão difícil e almejado durante a corrida por essa reportagem. Uma corrida sem dúvida árdua, já que a idéia de tribos de estilos é tão relativa. Afinal o que faria um jovem ou adulto pertencer a uma tribo? Um estilo de se vestir? Uma ideologia? Uma turma de amigos? Um jeito de ser? Ou o dinheiro que possui? Provavelmente todas as indagações anteriores admitem alguém em uma determinada tribo. E sem dúvida, buscando o conceito do dicionário, mais e mais grupos. E os mesmos indivíduos podem fazer parte de vários círculos socioculturais ao mesmo tempo.

Mas porque os indivíduos escolhem tribos? Ou não escolhem? Rafaela Moura, estudante de jornalismo, 21 anos, diz que não escolheu tribo nenhuma, simplesmente não gosta do comum e não quer ser apenas mais uma. Ela se enquadra na tribo dos Alternativos. Mas admite que não seja alternativa por escolha e sim por crença. “Eu não quero compactuar com sistema, não quero ser mais um no meio de todos, não gosto dessa normatividade”, enfatiza. Entretanto nem todos os jovens sabem a que gueto estão “filiados”, tem muito mais haver com o que o jovem acredita ou quer passar a acreditar. Muitos jovens julgam participar de uma tribo, apenas ter um grupo específico de amigos pra baladas, ou um jeito em comum de se vestir. Isso também é participar de uma tribo. Daí o sentido relativo da idéia de pertencimento. O que é notável, porém, é que as tribos se formam por rede de amigos com base em interesses comuns. As agregações apresentam conformidade de pensamentos, hábitos e maneiras de se vestir. Segundo a psicóloga e coordenadora do curso de psicologia da Faculdade Maurício de Nassau, Tatiana Nunes, as pessoas não suportam a diferença e por isso andam com seus iguais, sendo esse o início da formação dos grupos. “No caso de uma faculdade também depende muito do curso, um estudante de Direito geralmente vai andar bem alinhado. A idéia central é que as pessoas querem ser aceitas no meio onde vivem”, afirma.


Mas existem aqueles alunos que não se encaixam em nenhuma tribo expressiva. Eles se vestem normalmente, não usam piercings ou tatuagens, seus cabelos não querem dizer nada aparentemente e eles sãos os considerados normais da história. Afinal, como diria a Tatiana Nunes, “cada coisa que colocamos em nosso corpo, queremos comunicar algo”, logo aparência é comunicação. E porque estes aparentemente não querem comunicar muita coisa? Segundo a psicóloga, eles também comunicam dessa forma, todos precisam se encaixar em um círculo social, ninguém vive sozinho, e se eles não participam esteticamente de guetos expressivos, isso não quer dizer que não são aceitos nos locais onde freqüentam. “O grande objetivo de todos é ser aceito, e eles o são da forma que são”, explica ela. Então existe até a tribos deles, dos Neutros.



Ao se tentar definir as tribos mais expressivas no meio estudantil, alcança-se as seguintes: Alternativos, Patricinhas e Mauricinhos, Nerds, Baladeiros e claro os Neutros. Determinar quem participa ou não de determinada tribo, não significa que o individuo crê em tudo que a tribo prega ou faz tudo que as pessoas dizem que a aquela tribo faz. Deve-se sempre lembrar que cada indivíduo antes que tudo é único com suas próprias características individuais.

Viagem pelo estudo.

Por Rayanne Darc
Foto: Hesíodo Góes


Estudar às 18h40, mas precisar sair às 16hs de casa não é uma rotina estranha para a estudante Pollyana Silveira que cursa o 5 º período de jornalismo na faculdade Maurício de Nassau e mora em Escada, interior da zona da mata de Pernambuco. Ela e muitos outros alunos das faculdades da capital moram em cidades do interior do Estado. A rotina de pegar ônibus, descer de ônibus, pegar outro, sair de casa cedo não mais a assusta. No início ela sofria com o desgaste de chegar em casa sempre de meia noite, mas agora já se acostumou. “ Era horrível pra mim ter que dormir quase uma da manhã. Mas agora tudo bem, acordo tarde mesmo. Fico pensando em quem trabalha”, comenta.

Para quem trabalha, a rotina se torna ainda mais dura. Geralmente os alunos do interior chegam em casa muito tarde. A estudante do 5 º período de jornalismo, Rafaela Moura mudou-se para a Vila de Porto de Galinhas, em Ipojuca, no mês de junho, devido a uma oportunidade de estágio. Ela levanta às 8h00 da manhã e vai para o trabalho, de onde sai às 15h30 direto para a faculdade. Seu retorno para casa só se dá às 00h30 da madrugada. Essa difícil rotina se repete durante todos os dias da semana. Ainda mais enfadonha porque a jovem precisa utilizar três transportes para ir à faculdade e mais três para chegar em casa. Sua jornada a caminho da faculdade começa embarcando numa Kombi direto do trabalho para o distrito Nossa Senhora do Ó, de onde sai um ônibus da prefeitura para os universitários e pré-universitários a caminho de Ipojuca. Lá ela apanha outro ônibus que irá levá-la até a faculdade.

O transtorno se dá também na volta. Serão novamente duas trocas de ônibus para poder chegar em casa, já de madrugada. “O cansaço, muitas vezes, não me deixa fazer os trabalhos da faculdade. E eles vão se acumulando, sinto que não vou dar conta de tudo. Perco quase cinco horas sentada em ônibus, horas ociosas que eu poderia aproveitar melhor. Mas o sacrifício dá mais gosto na vitória, e eu sei que vou vencer” afirma Rafaela. Segundo a psicóloga e coordenadora do curso de psicologia da Faculdade Mauricio de Nassau, Tatiana Nunes, é uma dificuldade muito grande lidar com esse tipo de situação, principalmente quando há reposição de aulas. “Geralmente não vai haver o transporte rotineiro para o aluno e quando a distância é grande, como eu posso exigir presença dele aqui?”, enfatiza ela. A professora diz também que cada docente tem sua forma de lidar com a situação, mas ela afirma que sua forma é peculiar. “Eu analiso empenho do aluno, eu cobro dele, mas de forma nenhuma vou prejudicá-lo por suas limitações, tento ser o mais compreensiva possível”.

Como Rafaela, a estudante de Farmácia, Andreza Souza mora em Pombos. Saí da cidade às 16h40 para estar na faculdade às 19h. Seu retorno se dá também às 00h. Também trabalha, e ainda tem arranja tempo para cuidar do filho e do esposo. Casos que se repetem e que mostram as dificuldades que muitos enfrentam para alcançar o sonho de ser alguém na vida.


Essa não é uma realidade apenas das alunas citadas. Vários estudantes, universitários e até colegiais se deslocam de suas cidades em busca de melhores estudos em Recife. Algumas prefeituras disponibilizam o transporte. Em outras, a situação não é a mesma. Alguns estudantes chegam a pagar até R$ 120,00 para vir às aulas, fora a mensalidade do colégio ou faculdade, quando este não é governamental. Cidades como a de Ipojuca chegam a não cobrar nada pelo serviço, apesar de dificultar na troca de veículos durante a viagem. Os beneficiados da cidade se sentem felizardos, porque se contrapondo a ela, municípios como Escada, não disponibilizam o transporte e nem ao menos uma porcentagem do valor do veículo fretado pelos alunos. Todos estão por sua conta. E aqueles que não podem arcar com os custos da viagem além das mensalidades? Estes, não estudam. Pelo menos não fora dos perímetros da cidade onde moram.

A justificativa dada pelas prefeituras que não auxiliam? Simplesmente, elas não são obrigadas por lei a arcar com transportes escolares e universitários para fora dos perímetros da cidade. Principalmente quando o município disponibiliza esse tipo de ensino. Ou seja, o aluno tem a opção de não precisar custear transportes, mas se o aluno não quiser fazer determinado curso que é disponibilizado pela instituição da cidade? E se os pais de uma criança julgam que determinado colégio da capital é mais qualificado? Estes terão que arcar por conta própria ou se sujeitar as diretrizes do mandato vigente. Felizmente muitas cidades ajudam o crescimento educacional, nesse âmbito. Isso porque a grande vantagem será para o próprio município, que auxiliam na capacitação dos profissionais do seu futuro.

"Lula, o filho do Brasil" no Recife.


Por Hesíodo Góes
Fotos: divulgação

Após abrir o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro nesta terça-feira, “Lula, o filho do Brasil” estará em cartaz amanhã, dia 19/11, no Recife no Teatro Guararapes. Mas, não adianta se entusiasmar para matar a curiosidade em ver de que forma o diretor quis atingir seu público. Só poderão tirar suas conclusões, se realmente ele foi feito com intuito eleitoreiro ou não, apenas em janeiro de 2010. O filme será apresentado exclusivamente para os 2,5 mil convidados e a exibição está marcada paras 20h.


O filme é uma cinebiografia do atual presidente brasileiro, desde seu nascimento até a morte de sua mãe. A obra foi extraída do livro homônimo da jornalista e ex-assessora do presidente Denise Paraná. Ela também assina o roteiro com Daniel Tendler e Fernando Bonassi.


Sonhos frustrados, destinos cruzados. Realização profissional em foco.






Por Hesíodo Góes
Fotos: Hesíodo Góes


Estabilidade financeira e ser feliz profissionalmente. Esse planejamento de vida é o que todos querem, mas nem sempre lutam para conquistá-lo. Não por falta de vontade e garra, mas pela vida mesmo que acaba levando o indivíduo a outros caminhos inimagináveis, pois os caminhos são seguidos irregularmente através dos destinos que nós mesmos escrevemos.

Sempre ouvimos falar de pessoas que se deram bem na vida por muito pouco feito em sua trajetória profissional e universitária. Aí nos perguntamos: onde está meu merecimento, após sofrimento e noites de sono perdidas pelo estudo?

Essas divagações são constantes na vida de universitários, profissionais, trabalhadores e sonhadores de uma vida melhor para si e para os seus.

Sandra Dias é um exemplo de decepção e renovação. Ela se formou em relações públicas em 2005, pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e nunca trabalhou na área como profissional, apesar de já ter estagiado durante um ano no exército. “O curso é muito bom, mas me arrependo de ter feito pelo simples fato do mercado de trabalho ser muito restrito e a vaga de um relações públicas estar sendo ocupada por pessoas não qualificadas para tal serviço”, salienta.

Desiludida com a profissão, um ano após ter se formado, fez intercambio em Londres onde passou sete meses estudando inglês, mas como o dinheiro dela e dos pais eram curtos, teve que trabalhar para se manter como faxineira em lojas e escritórios, através de empresas terceirizadas. Segundo ela, uma ótima experiência de vida.

Em 2006, iniciou curso de dois anos na Unibratec de desenvolvimento de software, concluiu em 2008, mas apenas deu aulas para crianças em colégios municipais do Recife. Pois bem. Cansada, decidiu a partir daquele momento, dedicar-se exclusivamente para concursos públicos. “Hoje sou concurseira”. Em pouco mais de um ano estudando, passou em seis concursos, foram eles: porto de Suape- estivador, CPRH- passou em 3º lugar, SENAC- em 20º lugar, Infraero- 9º lugar, Ministério da Justiça- 9º lugar e Prefeitura de Ipojuca- esse não se sabe em que colocação, mas foi classificada. Todos os que ela concorreu foram para nível superior. Não foi convocada para nenhum ainda. A ansiedade é imensa. Segundo ela, como a concorrência no setor privado está cada vez maior e a estabilidade é inversamente proporcional, a saída é concurso público. “Faço concurso, não porque gosto e sim pela necessidade”, raciocina. “Primeiro atrás do dinheiro e depois do sonho”, conclui. Seu sonho é agregar estabilidade financeira trabalhando como relações públicas concursada.

Um outro exemplo de perspicácia e perseverança é de Vildeane Borba, hoje professora substituta da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ela dá aula para os mais variados cursos, desde os de saúde aos de comunicação. Mas não foi fácil chegar aonde ela chegou. Antes de entrar na universidade, fez vestibular para engenharia civil, não passou. Depois tentou turismo e também não foi feliz na prova. Decidiu então, ingressar mais facilmente na universidade fazendo o vestibular para biblioteconomia. “Decidi esse curso porque a concorrência era baixa e passando poderia fazer um concurso interno chamado ‘ingresso extra-vestibular’, onde eu poderia passar para qualquer outro curso da área VI, nesse caso turismo, pois era o que mais queria”.

Mas, no mesmo ano de ingresso na universidade, ela começou os estudos no antigo Centro Federal de Educação Tecnológica de Pernambuco (Cefet-PE) para o “tão sonhado” curso de turismo. Segundo ela, a fixação em turismo era pelo fato de conhecer lugares, novas culturas e aprender novos idiomas. “Mas, experiência, através de estágios, me fez perceber que a realidade não era a esperada, me senti desiludida pelo fato de trabalhar finais de semana e feriados sem um retorno financeiro satisfatório”, frisa. Mesmo assim, concluiu o curso técnico no Cefet.

Após a experiência frustrante, Vildeane passou a se dedicar mais ao curso de biblioteconomia, não mais querendo ser turismóloga. Fez estágios na área, participou de serviços prestados em organização de arquivos e projetos. Após se formar, como todos ex-universitários, se sentiu ansiosa em como seguir sua vida profissional a partir daquele momento. Trabalhou seis meses como estagiária em um laboratório de pesquisa vinculado ao departamento de ciência da informação na UFPE. “Mesmo formada, aceitei esse estágio com uma bolsa de R$300,00; no intuito do meu crescimento intelectual e troca de experiências na área de bibliotecas digitais”, salienta.

Hoje, após muita dedicação nos estudos, tem o título de mestra e foi aprovada em dois concursos para professor assistente na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), esperando apenas ser convocada. “A ansiedade atormenta, devido a minha realização profissional. Mas espero daqui para o final do ano ser chamada”, conclui. Em sua opninião, a satisfação profissional agregada à estabilidade financeira é de suma importância para qualquer ser humano.

Esses foram exemplos simplórios de como é difícil conquistar seu território no tão concorrido cotidiano profissional. Sem contar as dificuldades de pessoas humildes e que não tem tantas condições e muito menos meios para se conseguir algo. Nesse caso a criatividade reina. Não importa a quantidade de sonhos a serem realizados, se todos nós fizermos um roteiro de como começar e tivermos um meio de como fazer isso, a certeza é de grande sucesso e de qualidade de vida exemplar. Mas, o principal caminho é o estudo e dedicação.